Helicóptero de Kim Dotcom fez aterrisagem de emergência
O fundador do site Megaupload, o alemão Kim Dotcom, escapou ileso nesta
segunda-feira (28) de uma aterrissagem forçada do helicóptero no qual
viajava na Nova Zelândia.
Considerado um dos maiores piratas da internet, Dotcom, que no último dia 20 lançou outro portal de compartilhamento de arquivos, relatou no Twitter o incidente.
"Não é uma piada. Aterrissagem forçada no meio do nada", disse Dotcom, que em seguida postou: "o piloto está tentando identificar a falha" mecânica.
Sem perder o humor, o alemão que completou 39 anos na semana passada, avisou à sua esposa, Mona, que chegaria tarde para jantar.
"O indicador de combustível desceu a zero", "o piloto encontrou um cabo desligado" e "o indicador de combustível volta a funcionar", "comprovando os motores", foram outras mensagens postadas no Twitter por Dotcom.
"Estamos em terra! Outra vez ao trabalho. Wohoooo", comemorou.
No final, Dotcom, que é processado por autoridades dos Estados Unidos e pode ser extraditado, chegou são e salvo em casa a tempo de jantar com sua esposa e cinco filhos na mansão na qual vive em Auckland.
Os EUA acusam o Megaupload de ter causado mais de US$ 500 milhões em perdas às indústrias do cinema e da música por transgredir os direitos de propriedade intelectual e obter com isso lucro de US$ 175 milhões.
Após vários adiamentos, o julgamento de extradição de Dotcom da Nova Zelândia aos Estados Unidos está previsto para agosto.
Considerado um dos maiores piratas da internet, Dotcom, que no último dia 20 lançou outro portal de compartilhamento de arquivos, relatou no Twitter o incidente.
"Não é uma piada. Aterrissagem forçada no meio do nada", disse Dotcom, que em seguida postou: "o piloto está tentando identificar a falha" mecânica.
Sem perder o humor, o alemão que completou 39 anos na semana passada, avisou à sua esposa, Mona, que chegaria tarde para jantar.
"O indicador de combustível desceu a zero", "o piloto encontrou um cabo desligado" e "o indicador de combustível volta a funcionar", "comprovando os motores", foram outras mensagens postadas no Twitter por Dotcom.
"Estamos em terra! Outra vez ao trabalho. Wohoooo", comemorou.
No final, Dotcom, que é processado por autoridades dos Estados Unidos e pode ser extraditado, chegou são e salvo em casa a tempo de jantar com sua esposa e cinco filhos na mansão na qual vive em Auckland.
Os EUA acusam o Megaupload de ter causado mais de US$ 500 milhões em perdas às indústrias do cinema e da música por transgredir os direitos de propriedade intelectual e obter com isso lucro de US$ 175 milhões.
Após vários adiamentos, o julgamento de extradição de Dotcom da Nova Zelândia aos Estados Unidos está previsto para agosto.
Fontes: Terra / G1 - Imagens: Reprodução/Instagram/Kim Dotcom
PF apreende avião com mais de R$ 1 milhão em Igaraçu do Tietê (SP)
Avião apreendido pela Polícia Federal; no interior da aeronave,
foram localizados cerca de R$ 1,5 milhão
A Polícia Federal de Araraquara apreendeu, na manhã desta terça-feira
(29), um avião usado para traficar drogas, em uma pista de pouso
localizada na altura do km 182 da rodovia João Baptista Cabral Rennó
(SP-225), que liga Igaraçu do Tietê a São Manuel, em Igaraçu do Tietê
(71 quilômetros de Bauru). Cerca de R$ 1,5 milhão foram apreendidos.
A polícia chegou ao local por volta das 6h e constatou que havia uma
pista usada para o tráfego aviões agrícola no meio de um canavial, onde o
avião usado pelos bandidos foi localizado. No momento da averiguação, a
equipe se deparou com os suspeitos. Houve troca de tiros, mas ninguém
se feriu.
Um dos acusados foi preso. A.M.R., 38 anos, portava uma pistola no
momento da prisão. O resto do grupo conseguiu fugir em uma Captiva e uma
caminhonete. Dentro do avião, foram localizadas três malas com cerca de
R$ 1,5 milhão em dinheiro, uma metralhadora 9mm e cinco galões de
gasolina.
A.M.R., o dinheiro e o combustível foram apreendidos e encaminhados à Polícia Federal de Bauru, onde o caso será investigado.
O avião será transportado para o aeroporto de São Manuel, onde permanecerá à disposição da Justiça.
Além do dinheiro, a polícia apreendeu cinco galões de gasolina no interior do avião
Veja vídeo:
Fonte: Marcus Liborio (jcnet.com.br) - Fotos: Douglas Reis
Anac anula prova discursiva de concurso para cargo de analista
A prova será reaplicada no dia 16 de fevereiro.
O concurso oferece 170 vagas em cargos de nível médio e superior.
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) divulgou que a prova
discursiva para o cargo de analista administrativo - área 2, que oferece
8 vagas, foi anulada devido à cobrança de conhecimentos não previstos
no edital de abertura do concurso público. A prova será reaplicada no
dia 16 de fevereiro. A convocação para a prova será publicada no "Diário
Oficial da União" e divulgada na Internet, no endereço eletrônico http://www.cespe.unb.br/concursos/anac_12, na data provável de 8 de fevereiro. O concurso oferece 170 vagas em cargos de nível médio e superior.
Além disso, foram divulgados o resultado final na prova discursiva, a
convocação para a perícia médica dos candidatos que se declararam com
deficiência e a convocação para a avaliação de títulos para os cargos de
nível superior, exceto para o cargo de analista administrativo - área
2.
O concurso recebeu o total de 41.901 inscrições (246,48 candidatos por
vaga). Os cargos com maior número de concorrentes são de técnico
administrativo para o Distrito Federal (764,10 por vaga) e técnico em
regulação de aviação civil, no Rio de Janeiro (583 por vaga).
Os salários vão de R$ 4.760,18 a R$ 10.019,20. São 65 vagas de nível
médio e 105 de nível superior. São 138 vagas para o Distrito Federal, 16
para São Paulo e 16 para o Rio de Janeiro.
O concurso teve provas objetivas e prova discursiva e terá avaliação de
títulos apenas para os cargos de nível superior. Para o cargo de
especialista em regulação de aviação civil, haverá ainda segunda etapa,
constituída de curso de formação, a ser ministrado em Brasília.
Avião monomotor que seguia para Rio Claro desaparece com 2 pessoas
Aeronave está desaparecida desde segunda-feira, quando saiu de Ubatuba.
Família tenta na Promotoria o desbloqueio do celular para rastreamento.
Foto foi tirada minutos antes dos dois amigos deixarem Ubatuba na segunda-feira
Foto: Acervo pessoal
Um avião monomotor amarelo RV-7, prefixo PT-ZHT, que saiu
de Ubatuba com destino a Rio Claro (SP) está desaparecido desde às 13h30
de segunda-feira (28). As famílias procuram pelos dois comerciantes,
ambos de 31 anos, que viajavam a passeio quando perderam a comunicação.
O Aeroclube de Rio Claro confirmou o sumiço e já acionou o Centro
Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta II),
entretanto, a região serrana está com muita neblina e não há como fazer
buscas pelo local na manhã desta terça-feira (29).
A aeronave era pilotada por um comerciante de Rio Claro que voltava para
a cidade com o amigo de infância Marcos Teixeira Barros, atual morador
de Ubatuba. “Eles saíram daqui às 11h55 e deveriam chegar com uma hora e
meia de voo em Rio Claro, mas não chegaram e não deram sinal. Ainda não
sabemos onde o avião desapareceu”, conta a mãe de Marcos, Wania Vieira
Teixeira Barros.
A princípio, a hipótese era de um pouso de emergência num local sem
sinal de celular, entretanto, Wania afirmou que um dos aparelhos chamou o
dia todo na segunda-feira. “Nós entramos com um pedido na Promotoria
para quebrar o sigilo do celular e fazer um rastreamento para ver se
conseguimos localizar os dois”, disse.
Segundo Wania, que também é de Rio Claro e mora em Ubatuba há 13 anos,
os dois comerciantes sempre viajavam juntos e nunca tiveram problema.
“Já acionamos todos os órgãos que podíamos e agora nós queremos essa
autorização para tentar localizá-los o quanto antes. Esse desbloqueio do
celular tem que ser permitido, isso vai agilizar as buscas, estamos
angustiados”, desabafa a mãe.
Fontes: Suzana Amyuni (G1 São Carlos e Araraquara) / Site Desastres Aereos
Jato F-16 dos EUA baseado na Itália por ter caído no Mar Adriático
Um jato Lockheed Martin F-16CM Fighting Falcon, operado pela Força Aérea dos Estados Unidos na Europa (USAFE),
pode ter caído nesta segunda-feira (29) durante um exercício de
treinamento sobre o Mar Adriático e a Força Aérea norte-americana disse
que a condição de seu piloto baseado na Itália era desconhecida.
A Força Aérea dos EUA e a guarda costeira italiana conduziam uma missão
de busca e resgate em meio às más condições climáticas, com visibilidade
limitada. Uma mancha de combustível foi avistada no mar, segundo a
agência de notícias estatal Ansa.
A Força Aérea americana apenas disse que "perdeu contato" com o F-16 por
volta de 20h (17h em Brasília), uma linguagem frequentemente usada para
descrever uma possível queda, embora autoridades da Força Aérea tenham
se recusado a especular sobre o incidente.
"O avião estava participando de uma missão de treinamento sobre o Mar
Adriático com uma pessoa a bordo. A condição do piloto é desconhecida
neste momento", disse a Força Aérea dos EUA em comunicado.
Um porta-voz da Guarda Costeira italiana disse à Reuters que o esforço
de busca e resgate estava enfrentando dificuldades por causa de chuva e
neve na área.
"A busca continua, apesar da escuridão e do clima ruim", disse ele, sem
poder confirmar a notícia da Ansa de que uma mancha de combustível teria
sido vista na água.
Um helicóptero, quatro embarcações da Guarda Costeira e quatro navios
comerciais estavam vasculhando as águas, a 16 quilômetros de Cervia, na
costa nordeste do país. Mergulhadores da Guarda Costeira também foram
acionados para entrar em ação de manhã.
Uma porta-voz na Base Aérea de Aviano, no norte do país, afirmou que
mais informações serão divulgadas quando estiverem disponíveis.
Fontes: Reuters via G1 / ASN - Foto: Reprodução
Acidente de avião deixa ao menos 20 mortos no Casaquistão
Companhia aérea informa que o piloto fazia sua segunda abordagem em
meio a uma neblina pesada quando o avião caiu a cerca de cinco
quilômetros do aeroporto
O avião de passageiros Canadair CL-600-2B19 Regional Jet CRJ-200LR, prefixo UP-CJ006, da SCAT Air, caiu nesta terça perto da principal cidade do Casaquistão, Almaty, deixando ao menos 20 mortos. De acordo com a companhia aérea Scat, a aeronave tinha 15 passageiros e cinco tripulantes a bordo, enquanto o escritório do procurador-geral do país afirmou que havia 21 pessoas a bordo.
Imagens do local do acidente
O Ministério de Emergências confirmou que a aeronave era um Bombardier
CRJ200, um jato regional com duplo motos que poderia acomodar cerca de
50 passageiros. Segundo a Scat, a causa do acidente não será determinada
até que a caixa-preta do voo seja examinada. A procuradoria afirmou que
abriu uma investigação criminal sobre a companhia aérea.
O primeiro-ministro Serik Akhmetov ordenou a criação de uma comissão
estatal para investigar o acidente, que é o segundo a acontecer
recentemente no Casaquistão. Em dezembro, a queda de um avião militar
durante violentas tempestades de neve perto de Shymkent, no sul do país,
deixou 27 mortos.
Scat, cuja base fica em Shymkent, está proibida de voar dentro da União
Europeia (UE). A companhia opera voos regionais dentro do Casaquistão,
um país com 16,5 milhões de habitantes. Apenas uma companhia casaque, a
estatal Air Astana, está autorizada a voar na UE.
Fontes: iG (com AP) / Aviation Herald - Fotos AFP Photo/Mikhail Egorin
MAIS
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Dilma abre a torneira para a farra dos aeroportos regionais
Pacote de estímulo à aviação regional prevê investimentos de 7,3
bilhões de reais em aeroportos de cidades pequenas - muitas vezes
grudadas umas às outras
Aeroporto de Lages, em Santa Catarina, será um dos que receberá
investimentos do governo - Foto: Divulgação/Infraero
Em um país sério, qualquer plano de investimentos elaborado pela
Presidência da República que envolva a participação de estados,
municípios e empresas privadas é amplamente discutido e ajustado com as
partes envolvidas, antes de ser divulgado. A sensatez nos gastos
públicos dita que o dinheiro da população não pode ser despejado a rodo
em obras de infraestrutura que correm o risco de se tornar inúteis. Mas
não no Brasil. Exemplo de tal prática é o pacote de investimentos no setor aeroportuário
anunciado pela presidente Dilma Rousseff pouco antes do Natal. O plano
prevê o aporte de 7,3 bilhões de reais em recursos do Fundo Nacional de
Aviação Civil (Fnac) para turbinar 270 aeroportos pequenos, que servem
cidades com população inferior a um milhão de habitantes. Um olhar mais
detalhado sobre o projeto descortina erros e indícios de mau
planejamento. Há cidades pequenas, com menos de 100 mil habitantes, que
receberão recursos para reformar seus aeroportos – e que ficam separadas
por distâncias inferiores a 50 quilômetros de outros municípios também
beneficiados pelo pacote do governo.
A distância mínima sugerida entre dois aeroportos em áreas que possuem
demanda média de passageiros é de 100 quilômetros, segundo normas da
Comissão Europeia que são adotadas por grande parte dos países. Em
locais de difícil acesso rodoviário, sem pavimento ou estradas, o
regulamento europeu admite uma distância de 75 quilômetros. Porém, no
plano elaborado pelo governo, municípios de pouca relevância econômica e
próximos de metrópoles já servidas por grandes aeroportos passarão a
ter aeródromos aptos à operação de voos regulares. A expectativa do
Palácio do Planalto é de que a existência de um aeroporto seja
suficiente para trazer desenvolvimento a regiões carentes de
infraestrutura. “Efetuamos uma análise de cobertura territorial para
mais de 94% da população brasileira. Fizemos consultas ao Ministério do
Turismo, IBGE, governo e empresas aéreas. O objetivo é beneficiar a
população”, afirmou o secretário-executivo da Secretaria de Aviação
Civil (a SAC), Guilherme Ramalho.
Contudo, as coisas não ocorreram exatamente assim. A Agência Nacional de
Aviação Civil (Anac), órgão que regula o setor e dispõe de conhecimento
técnico para abastecer a SAC, sequer participou da elaboração do plano.
As companhias aéreas foram avisadas menos de uma semana antes da
divulgação do pacote. Elas foram chamadas a Brasília para uma reunião
com membros da Casa Civil, da SAC e, em alguns casos, até mesmo com a
presença do secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin – que tem
funcionado como uma espécie de “banqueiro” do Palácio do Planalto,
financiando a maior parte dos pacotes de bondades
da gestão petista. Durante a reunião, as empresas apenas ouviram dos
interlocutores da presidente que haveria um pacote para estimular a
aviação regional. Seus executivos não foram convidados a opinar, dar
contribuições ou manifestar qualquer interesse nos destinos que seriam
beneficiados pelo governo. “O governo não pré-define rotas. Vamos prover
infraestrutura para que elas sejam criadas. O plano é fomentar voos
para localidades ainda não atendidas”, afirmou Ramalho.
O governo sustenta a tese de que a descentralização da economia
garantirá o sucesso dos aeroportos. A crença no fato de empresas
migrarem dos grandes centros em direção a cidades médias em busca de mão
de obra barata e menores custos é o argumento utilizado para explicar a
escolha de cidades como Lages, em Santa Catarina, como destino de
recursos do pacote. Com cerca de 160 mil habitantes, o município está a
32,8 quilômetros de distância de Correia Pinto – outro local que
receberá dinheiro público para seu aeródromo. Correia Pinto tem 14 mil
habitantes. “Essa tese do desenvolvimento regional é uma falácia. É como
se o deslocamento dos investimentos para cidades de porte médio e
pequeno fizesse com que os aeroportos, da noite para o dia, se tornassem
estruturas essenciais”, afirma um interlocutor do governo que preferiu
não ter seu nome citado.
O site de VEJA conversou com funcionários de órgãos envolvidos na
elaboração do plano – e, mesmo dentro governo, poucas são as vozes que
não têm restrições ao pacote. “Essas medidas ignoram aspectos técnicos. É
como distribuir uma infinidade de impressoras sem a menor garantia de
que haja cartuchos para que elas sejam usadas. É a ideologia que se
sobrepõe à razão”, afirmou uma das fontes. O governo parece
desconsiderar que, depois de prontos, tais aeroportos terão de ser
geridos por prefeituras e estados – e poderão se converter em fardo,
caso não sejam lucrativos. “A construção ou reforma de um aeroporto é o
menor problema. O mais caro é a manutenção e a operação. Se o plano não
prevê um aeroporto que se sustente, alguém tem de pagar essa conta”,
afirma o consultor de aviação João Eduardo Tabalipa.
O governo de Minas Gerais, que desde 2003 executa seu próprio programa
aeroportuário (o ProAero), destacou que alguns aeroportos contidos no
pacote do governo federal já estão sendo ampliados ou reformados pelo
estado – o que mostra o nível superficial de conversas entre as duas
esferas na elaboração do plano. Há cerca de duas semanas, o governador
Antonio Anastasia (PSDB-MG) anunciou mais 235 milhões de reais para o
ProAero e ainda afirmou que tentará ajustar melhor a lista de aeroportos
mineiros que constam no pacote. A ideia é direcionar os recursos
liberados pelo Fnac para aeródromos que não estejam sendo reformados
pelo programa estadual de investimentos.
O governo federal ainda não detalhou como tornará os aeroportos
atrativos para as companhias aéreas nacionais. Afirmou, sem dar muitos
detalhes, que subsidiará tarifas aeroportuárias e, até mesmo, assentos
em voos, como forma de incentivá-las. João Eduardo Tabalipa se junta ao
outros especialistas do setor que enxergam a medida como uma forma de
protecionismo que poderá, em vez de beneficiar, dizimar as empresas de
aviação. “Muitos acreditam que as companhias aéreas brasileiras, como a
Varig, não sobreviveram justamente por causa disso. Havia a
obrigatoriedade de ter rotas regionais e os subsídios prometidos nem
sempre chegavam”.
Fonte: Ana Clara Costa (Veja.com)
Leia também:
Governo quer mais 70 aeroportos regionais.
Viracopos contrata empresa alemã para consultoria
Objetivo é receber orientação nas questões administrativas, de segurança, de treinamento de funcionários
O aeroporto Internacional de Viracopos, de Campinas, contratou nesta
segunda-feira (28) uma consultora que irá orientar o terminal no
treinamento de funcionários, nas questões de segurança, de gestão, na
qualidade na prestação dos serviços, entre outros aspectos.
O contrato vale até 2014. Foi fechado entre a concessionária Aeroportos
Brasil Viracopos, que é quem administra o terminal campineiro, e a
Flughafen München GmbH – FMG, empresa que administra o aeroporto de
Munique (Alemanha) e que prestará a consultoria.
“Estamos no caminho certo para tornar Viracopos o maior e melhor
aeroporto da América Latina”, disse o diretor-presidente da Aeroportos
Brasil Viracopos, Luiz Alberto Küster.
Em agosto do ano passado, Viracopos começou as obras de seu novo
terminal de passageiros, que será inaugurado em maio de 2014. Com
investimento de R$ 2,06 bilhões, o novo prédio terá 28 pontes de
embarque, sete posições de estacionamento de aeronaves e capacidade para
atender 14 milhões de passageiros por ano.
O investimento prevê ainda a construção de um edifício-garagem com 4 mil
vagas, novas pistas de taxiamento e novo pátio para aviões e
readequação das vias do sítio aeroportuário.
Fonte: Raquel Valli (Correio Popular) - Foto: Erica Dazonne
Bolsa que estava em avião de herdeiro da Missoni é encontrada em Curaçao
As autoridades venezuelanas possuem a primeira pista para as
investigações do desaparecimento do avião que transportava o estilista
italiano Vittorio Missoni. Uma bolsa que estava na aeronave foi achada
em uma praia na ilha de Curaçao.
Um turista alemão de férias em Curaçao encontrou a bolsa, a qual continha equipamentos de kitesurf.
O avião fazia o trajeto entre o arquipélago de Los Roques e Caracas, na
Venezuela, quando perdeu o contato com os radares no dia 4 de janeiro.
Um dos passageiros era Vittorio Missoni, de 58 anos, filho do estilista
Ottavio Missoni e diretor comercial da grife Missoni S.p.A.
Da esquerda para a direita: Vittorio Missoni,
a esposa Maurizia Castiglioni, Elda Scalvenzi e Guido Foresti
Ele estava acompanhado da esposa Maurizia Castiglioni e de um casal de
amigos. O grupo passava férias no arquipélago venezuelano desde 28 de
dezembro.
A distância entre Los Roques e Curaçao é de mais de 200 quilômetros de
mar. Supostamente a bolsa foi transportada pelas correntezas em direção
oeste.
Fonte: Ansa - Foto: Ansa
Fonte: Ansa - Foto: Ansa


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